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Aqui, ali, em qualquer lugar... |
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oi mary td baumzim????
tipow eh a ferps q ta postando aki e p dize q a mary eh tdddd de baum...
minha migona, apesar d eu num sabe mto dela neh, mas ela sabe bastante de mim, e tipo eu amu mto mto ela e sei q ela tmb me ama neh maryyyyyyyyyyyy....
ah sei lah to meiu sem ideia p escreve eh soh p fala q vuxe eh mto especial p mim e q eu vo senti mta falta de vc td dia pertu de mim qnd o anu acaba, mas saiba q a minha amizade por vc nunca vai acaba viu...
e tipo no stress
te dolu mtaum....
bjaum
ferps
Escrito por {{Mari}} às 11h40
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Cansada de estar perdida...
Eu queria dormir...
Sem ter que acordar amanhã...
Sem tem que lembrar que faço parte dessa
casa, dessa cidade, desse colégio, dessa
sociedade que exige de mim... Que exige de
minha mente e de meu corpo além do que quero
oferecer... Que tenta me tornar uma máquina,
um sistema carregável e descarregável a qualquer
momento... Eu queria parar para sonhar, criar,
descobrir o que é que eu quero seguir... Sem estar
no meio de coisas com as quais me perco, a tempos
que não sei mais ser eu, sou apenas uma cabeça que
pensa, programável para raciocinar de tal forma... E se
ainda não parei de criar foi porque não morri, e ainda
aspiro a idéia de Ser Eu!
Escrito por {{Mari}} às 20h41
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Vou Deixar...
Gente, essa semana levem tampão no colégio
porque eu tenho que decorar essa música
até sábado...
hauihauihaui.......
"Vou deixar a vida me levar/
Pra onde ela quiser/
Estou no meu lugar/
Você já sabe onde é/
É, não conte o tempo por nós dois/
Pois, a qualquer hora posso estar de volta/
Depois que a noite terminar/
Vou deixar a vida me levar/
Pra onde ela quiser/
Seguir a direção/
De uma estrela qualquer/
É, não quero hora pra voltar, não/
Conheço bem a solidão, me solta/
E deixa a sorte me buscar/
Eu já estou na sua estrada/
Sozinho não enxergo nada/
Mas vou ficar aqui/
Até que o dia amanheça/
Vou me esquecer de mim/
E você, se puder, não me esqueça/
Vou deixar o coração bater/
Na madrugada sem fim/
Deixar o sol te ver/
Ajoelhada por mim, sim/
Não tenho hora pra voltar, não/
Eu agradeço tanto a sua escolta/
Mas deixa a noite terminar/
Não, não, não quero hora pra voltar, não/
Conheço bem a solidão, me solta/
E deixa a sorte me buscar/
Não, não, não tenho hora pra voltar, não/
Eu agradeço tanto a sua escolta/
Mas deixa a noite terminar"
Escrito por {{Mari}} às 21h09
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...
Nossa, é muito bom estar em casa...
Dormir na minha cama, tomar o meu bom
banho no tempo nescessário, chorar no colo
da minha mãe...
Ah! Má, valeu por eu ter ficado na sua casa
ontem, puta ajuda mesmo, mas nada como o nosso
canto...
Hoje estou quebrada e só quero dormir sem lembrar
que amanhã tem mais CTI.
Escrito por {{Mari}} às 20h20
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Vontade de estar só...
O mais fundo do fundo que existe em mim...
O mais profundo poço do mundo...
Que escuridão...
Que frio e úmido...
O mais podre em mim...
Que me devora...
Que me aprisiona...
O mais sujo em mim...
Que me segura do eu que eu não sou...
Do eu que eu não fui...
Do medo de ser o que eu sou...
O eu que quer sumir...
O eu que quer morrer...
O eu que quer chorar e não pode,
porque tem alguém em volta...
O eu que só quer explodir em palavras...
Escrito por {{Mari}} às 20h03
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Meu sonho de possuir asas e voar...
Olhava para o céu e pertencia a ele.
Deixava seus olhos pousarem no horizonte e
deslizarem pelo infinito.
Rasgava o tempo com vôos rasantes e subia em
alta velocidade em rodopios até o sol.
Até se deixar soltar numa corrente de ar e ir
caíndo no precipício atmosférico.
Seus pés não tocavam o chão, flutuavam descalços
deixando a grama lhes fazer cócegas e o vento
envoltava seu corpo e espírito, ambos livres.
E apesar de seus olhos se misturarem ao verde
campo e sua condição de humana não lhe permitir
voar, se recostava às árvores, debruçando sua
cabeça e inclinando seu pescoço para seus
pensamentos irem longe.
Querendo ter asas e dentro de si esta verdade
lhe parecia possível.
Sabia que com esforço poderia gerar penas em seu
ventre, até que um dia elas se tornariam imensas e
romperiam sua carne.
Tocaría-as com cuidado e chorando, mas não se negaria
a batê-las, mesmo com dor até que todo seu corpo
estivesse no ar.
De tanto sonhar um dia aconteceu e ela foi embora.
Escrito por {{Mari}} às 19h22
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Daqui pra lá de lá pra cá
Era um pacato cidadão sem documento/
Não tinha nome profissão não tinha tempo/
Mas certo dia deu-se um caso/
E ele embarcou num disco/
E foi levado pra bel longe/
Do asterisco em que vivemos/
Ele partiu e não voltou/
E não voltou porque não quis/
Quero dizer ficou por lá/
Já que por lá se é mais feliz/
E um espaçograma ele enviou/
Pra quem quisesse compreender/
Mas ninguém nunca decifrou/
O que ele nos mandou dizer/
- Terra mar e ar atenção/
O futuro é hoje e cabe na palma da mão/
Pra azar de quem não sabe e não crê/
Que se pode sempre a sorte escolher/
E enterrar qualquer estrela no chão/
Viet vista visão viet vista visão/
- Terra mar e ar atenção/
Fica a morte por medida/
Fica a vida por prisão
(Fagner/ Zeca Baleiro/ Torquato Neto)
Escrito por {{Mari}} às 19h12
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Para este dia chuvoso...
Não me venha com palavras surdas,
sem humor, sem sentimento, sem raiva...
Não me venha com resquícios de momentos,
que nem o tempo, nem a vida, nem nada,
pode construir sua muralha...
Não me venha dizer do que não fui,
do meu orgulho ferido e de minha boca calada...
Não trave meu coração com bandidos,
banidos de seu mundo de farsas...
Nem com o choro batido, nem com a cara
de mágoa...
Não te encaminhe a mim como um
prisioneiro...
Mas sim como o pássaro que paira...
E plana no azul infinito e na flor que te
iguala...
E nos labirintos que me perco em catárses,
que minha cabeça não exploda apenas com
bobagens, mas nas emoções que ela guarda...
Escrito por {{Mari}} às 17h06
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